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Para onde caminhamos quando não sabemos que caminho tomar? Porque se cruzam as dores com a pele e se abrem feridas com os próprios dedos? Que lições aprendemos e quais nos negamos a aprender? Há uma dualidade universal que nos coloca sempre opções e muitas contradições.
Esta paradoxal forma de estar faz-nos seres divididos entre o ser ou não ser, o fazer ou não fazer, o aceitar ou refutar aquilo que realmente somos.
Os textos que aqui vos deixo expressam alegria e tristeza, exaltação do prazer e desgosto, é tudo um paradoxo, aquele que sente vai da montanha ao fundo do oceano em oscilações de humor e decisões erradas, escolhas certas e meras quimeras que alimenta para se manter vivo.
Esta montanha-russa é o que faz da vida aquilo que é, uma escolha entre o senso comum e a completa alternativa de se opor ao que está comummente convencionado, vivendo nestes paradoxos.